Hacking

ALERTA IMPORTANTE:
99% das invasões de sites e sistemas são originadas de scripts desatualizados, senha inseguras ou virus/malware nos computadores
de quem acessa o ftp, painel etc.

Mantenha sempre seu script atualizado para a última versão, suas senhas seguras e um bom antivirus/antimalware em seus equipamentos.



HACKING
Em informática, hacker é um indivíduo que se dedica, com intensidade incomum, a conhecer e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores. Graças a esses conhecimentos, um hacker frequentemente consegue obter soluções e efeitos extraordinários, que extrapolam os limites do funcionamento "normal" dos sistemas como previstos pelos seus criadores; incluindo, por exemplo, contornar as barreiras que supostamente deveriam impedir o controle de certos sistemas e acesso a certos dados.


O termo (pronunciado "háquer" com "h" aspirado) é importado da língua inglesa, e tem sido traduzido por decifrador (embora esta palavra tenha outro sentido bem distinto) ou aportuguesado para ráquer. Os verbos "hackear" e "raquear" costumam ser usados para descrever modificações e manipulações não triviais ou não autorizadas em sistemas de computação.

Hackers são necessariamente programadores habilidosos (mas não necessariamente disciplinados). Muitos são jovens, especialmente estudantes (desde nível médio a pós-graduação). Por dedicarem muito tempo a pesquisa e experimentação, hackers tendem a ter reduzida atividade social e se encaixar no estereótipo do nerd. Suas motivações são muito variadas, incluindo curiosidade, necessidade profissional, vaidade, espírito competitivo, patriotismo, ativismo ou mesmo crime. Hackers que usam seu conhecimento para fins imorais, ilegais ou prejudiciais são chamados crackers.


Muitos hackers compartilham informações e colaboram em projetos comuns, incluindo congressos, ativismo e criação de software livre, constituindo uma comunidade hacker com cultura, ideologia e motivações específicas. Outros trabalham para empresas ou agências governamentais, ou por conta própria. Hackers foram responsáveis por muitas importantes inovações na computação, incluindo a linguagem de programação C e o sistema operacional Unix (Kernighan e Ritchie), o editor de texto emacs (Stallman), o sistema GNU/Linux (Stallman e Torvalds) e o indexador Google (Page e Brin). Hackers também revelaram muitas fragilidades em sistemas de criptografia e segurança, como, por exemplo, urnas digitais (Gonggrijp, Haldeman), cédula de identidade com chip, discos Blu-ray, bloqueio de telefones celulares etc.


Por volta de 1990, com a popularização da internet fora das universidades e centros de pesquisa, alguns hackers passaram a usar seus conhecimentos para "invadir" (conseguir acesso não autorizado a) computadores alheios. Por exemplo: em 1988, o estudante Robert Tappan Morris tirou proveito de uma falha pouco conhecida no protocolo de correio eletrônico Simple Mail Transfer Protocol para criar o primeiro "verme" da internet, um programa que invadiu milhares de computadores de maneira autônoma.


Mesmo quando efetuadas apenas por diversão, como nesse caso, estas invasões causavam grandes transtornos aos administradores e usuários dos sistemas. Como os invasores eram hackers, o termo adquiriu uma conotação negativa. Para muita gente, ele passou a significar "invasor de sistemas alheios". Muitos hackers honestos se ressentiram desta mudança de sentido:


Como parte deste esforço, hackers honestos propuseram o termo "cracker" para os seus colegas maliciosos. Atualmente (em 2012), o sentido pejorativo de "hacker" ainda persiste entre o público leigo. Enquanto muitos hackers honestos usam esse nome com orgulho, outros preferem ser chamados "especialista em segurança de dados" analista de sistema, ou outras frases similares.



Fonte: Wikipedia


 
 

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